
Cumbaquê
Um som livre de rótulos, aberto a diversas influências musicais, do cru ao cozido, do vazio ao cheio, do preto ao branco. Músicas que passeiam pelo pop, rock, samba, ritmos afro-mineiros e música eletrônica, onde a diversidade sonora é amarrada com arame pela originalidade, e fechadas com um nó pelo universo poético das letras.
Formada há cinco anos, é composta por Bruno Couto na guitarra e voz, André Lima nos teclados, Felipe Fantoni no baixo, Paulin na bateria e Skilo nas percussões.
A banda participou de grandes festivais de música de Minas Gerais, em 2002 conquistou com a música "Sertão das Gerais" o 1° lugar no FUMI (Festival Universitário de Música Independente) promovido pela UFJF e o 3° lugar na Mostra Cauê de Arte Popular, da qual foi finalista em duas edições. Essas conquistas levaram Bruno Couto a receber em 2003 o Troféu Pró Música "Os Melhores de Minas Gerais ano VIII" de compositor revelação. Em 2004 e 2005 a banda participou do Conexão Telemig Celular, novos movimentos da música mineira.
O Cumbaquê acabou de masterizar seu primeiro CD, "o ar q movimenta no oco perfurado". A direção e produção musical são de Jongui, que já produziu CDs do Lobão: "Noite" (1998) e "A Vida é Doce" (1999) e do Zeca Baleiro: "Pet Shop Mundo Cão" (2002). O CD tem 10 faixas autorais e inéditas e será distribuído pela Tratore.
Comemorando a finalização do CD e enquanto não sai para o mercado fonográfico, duas músicas estão disponíveis na internet, “Hoje é dia” e “Pesado”. O novo show apresenta as músicas do CD, além de releituras de artistas como Lenine, Arnaldo Antunes e Otto. Tudo no estilo Cumbaquê.